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Embaixadores dos Estados-Membros da UE pedalam contra as alterações climáticas

No dia 21 de junho, os Embaixadores dos Estados-Membros da União Europeia participam num passeio de bicicleta, em Lisboa, para destacar o trabalho coletivo da União Europeia no alcance dos objetivos do Acordo de Paris e enfrentar as alterações climáticas. O evento conta com a presença do Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, e da Diretora Municipal da Mobilidade, Francisca Ramalhosa.

Portugal está pronto a prestar a sua contribuição, ao assumir a ambição de atingir a neutralidade carbónica até 2050. Lisboa está a implementar um modelo sustentável para a mobilidade que irá dinamizar a partilha de bicicletas, disponibilizando mais de 200km de ciclovias, 1410 bicicletas e 140 estações. O GIRA Bicicletas de Lisboa, o bem-sucedido sistema de partilha de bicicletas, gerido pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa EMEL, celebra o primeiro aniversário com o passeio de bicicleta com os Embaixadores.
 
 Programa:

                10h00: Embaixador e Representantes das Embaixadas chegam ao Estacionamento Docas Ponte

                10h10: Início da viagem, liderada pelo Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes

                10h25: Paragem na viagem para ponto de imprensa no MAAT

                10h40: Continuação da viagem até ao Altis Belém Hotel & Spa

                11h00: Fim da viagem no Estacionamento Docas Ponte
 
 Mais informação:
 
 Há uma necessidade urgente de alcançar os objetivos do Acordo de Paris através da ação coletiva, de forma a evitar consequências catastróficas e proteger a vida no planeta. A transição apresenta benefícios múltiplos e tangíveis, como o reforço da economia, a melhoria da saúde pública e dos ecossistemas e prevenindo os impactos das alterações climáticas na segurança das pessoas e dos Estados. A ação climática é parte integrante de uma transição para uma economia limpa e de baixas emissões e para uma sociedade resiliente. Os impactos ambientais, económicos e sociais positivos da ação climática são razões imperiosas para implementar na totalidade o Acordo de Paris.
 
 A UE está empenhada em pôr em prática medidas ambiciosas e assume a liderança dando o exemplo: temos um forte historial tanto na redução das emissões a nível nacional como no apoio aos parceiros internacionais. A UE tem desempenhado um papel consistente na construção e implementação do regime global da política climática ao longo das últimas três décadas.
 
 A UE está empenhada na ação climática e tem um forte historial na redução das emissões a nível nacional e no apoio a parceiros.

  • A UE está no bom caminho para superar a sua meta em 2020: em 2016, as emissões foram inferiores em 23 % em relação a 1990.
  • A UE, os seus Estados-Membros e o Banco Europeu de Investimento continuam a ser os maiores financiadores públicos da luta contra as alterações climáticas, contribuindo com € 20,2 mil milhões de euros para os países em desenvolvimento em 2016; o que representa cerca de metade do financiamento público global para a luta contra as alterações climáticas.

A UE continuará a trabalhar em conjunto com todos os parceiros para reforçar a ação climática nos seus Estados-Membros e globalmente.

  • Para dar uma resposta eficaz às alterações climáticas, há que trabalhar em conjunto. É por essa razão que a UE já colocou em prática um enquadramento jurídico transversal e vinculativo para cumprir o seu compromisso de reduzir as emissões em, pelo menos, 40 % até 2030, em comparação com 1990.
  • Simultaneamente, a UE está a intensificar a cooperação internacional e o apoio a parceiros fora da UE através de um envolvimento diplomático conjunto na ação climático.

A transição global para as baixas emissões é uma solução de que todos beneficiam: é boa para o planeta, é boa para as pessoas.

  • A nossa experiência mostra que as políticas climáticas ambiciosas podem avançar a par com o crescimento económico, criação de emprego, maior segurança energética e alimentar e melhor saúde pública e dos ecossistemas. A redução de emissões em 23 % e o crescimento do PIB de 53 %, entre 1990 e 2016, demonstra que é possível alcançar uma dissociação absoluta entre as emissões e o crescimento económico.
  • O tempo é um fator essencial: quanto mais cedo agirmos, menores serão os custos e maiores os benefícios. Pelo contrário, medidas insuficientes conduzirão a custos desnecessariamente elevados para as pessoas e para o planeta.

Contacto para jornalistas:

Sofia Trindade (Sofia.Trindade@ext.ec.europa.eu; +351 930 488 930)

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